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Data: 10.11.2017 14:27
Categoria: CEF, Notícias Gerais

Caixa Federal não garante emprego. Sindicatos rejeitam proposta de custeio do plano de saúde


Após dois dias de negociação, a Caixa Federal negou ontem (9) dar garantia de emprego. Em contraposição, os sindicatos rejeitaram a proposta do banco em alterar o modelo de custeio do plano Saúde Caixa. Além de não garantir o emprego, a Caixa Federal não aceitou incorporar as funções e, consequentemente, não assinou o Termo de Compromisso entregue no último dia 26 de outubro, que visa resguardar os direitos dos empregados, previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e Acordo Aditivo, diante da nova legislação trabalhista que entra em vigor neste sábado, dia 11. O diretor do Sindicato Carlos Augusto Silva (Pipoca) participou da negociação como representante da Federação dos Bancários de SP e MS.

Saúde Caixa: Na reunião realizada no último dia 26 de outubro, a Caixa Federal apresentou o modelo de custeio do plano de saúde, que estabelece teto de 6,5% da folha de pagamento anual como limitador para despesas com assistência à saúde. A medida prevê liberar valores do provisionamento da Caixa, o que contribui na manutenção de suas linhas de crédito e no cumprimento de regras estabelecidas pelo Basileia 3. Para tanto, a direção do banco asseguraria o modelo 70/30 até janeiro de 2019, faria a segregação contábil dos valores do plano e tornaria o conselho do Saúde Caixa mais efetivo na gestão do mesmo.

Durante seu último encontro, em 31 de outubro, o Comando Nacional dos Bancários avaliou que os empregados deveriam buscar garantias na negociação, visto que o banco impunha mudanças no modelo de custeio do Saúde Caixa com o objetivo de reduzir as provisões que a instituição é obrigado a fazer para cobrir despesas futuras com o plano de saúde. A medida liberaria bilhões de reais, que poderiam fortalecer a base de capital, mantendo linhas de crédito da Caixa Federal. Com o decreto publicado no dia 1 deste mês de novembro, que cria um regime especial para venda de seus ativos, o risco de privatização fica cada vez maior.

Fonte: Contraf-CUT


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